sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
É menina!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
quem sabe,

terça-feira, 27 de dezembro de 2011
sobre tudo que quero agora,

quarta-feira, 16 de novembro de 2011
desabafo,
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
sobre coragem e força,

domingo, 9 de outubro de 2011
querido dezembro,

Não chegue. Simples assim. Demore, demore MUITO a chegar. E se puder, não chegue.
Nada pessoal contra você, assim, mas, não venha pra mim, esqueça-me.
Não leve de mim aquilo que demorei tanto pra conquistar. Não leve. Não me obrigue a soltar suas mãos, a não poder mais olhar em seus olhos, não me obrigue a vê-lo partir.
Querido dezembro, não faça isso comigo. Eu nunca tive motivos pra odiá-lo, mas não tenho outro jeito a não ser te implorar para que não chegue. Ou não se apresse, não. Os quero perto de mim, ele e ali. Os quero, eu sei que às vezes não parece, mas os quero.
E você, querido dezembro, quer me castigar. Quer me mostrar o quanto me importo e não percebo. Dezembro, não chegue, eu os amo. E hoje, posso vê-los dormir ao meu redor e como dói pensar que você os levará de mim. Em um aeroporto, com minutos contados antes de uma partida que vai doer por meses, por anos, até vê-los novamente.
Não me venha dizer que tenho que entender. Eu entendo, eu sei e compreendo que eles têm que ir. Mas não me diga pra não sofrer, não me obrigue a não sentir essa falta que arrebenta meu peito, só de pensar em deixá-los. Só de pensar em não tê-los. Só de pensar no que serei sem eles e no vazio que deixarão.
Querido dezembro, por que?
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
sobre a falta de você,

domingo, 24 de julho de 2011
sobre me deixar,

quinta-feira, 30 de junho de 2011
de vocês em mim,
Sinto saudades. Saudade de poder estar com vocês. Saudades de não perder um minuto sequer da vida de vocês. Sinto saudades de cantar, chorar, passar raiva com vocês. Sinto saudades amigos.Sinto falta de ter a certeza de que encontrei pessoas que vou levar pra vida toda. Sinto falta de olhar fotografias e dizer orgulhosa 'são sim, meus melhores'. Sinto saudades imensas.
Sinto ciumes, raiva, mágoa. Sinto que os perco aos poucos, como filhos que saem de casa e deixam a cama vazia. Só que, neste caso, fui eu quem os deixou.
E vocês cresceram, longe de mim, longe dos meus olhos, longe dos meus abraços. E se esqueceram de tudo, como se tudo não fosse nada.
Sinto saudades melhores, saudades de nós. Saudades de sofá do shopping nas tardes de quarta, de 'black' nas sextas no Gol de Placa, saudades das traquinagens da terças pela manhã, saudades das palavras de apoio misturada a conselhos idiotas que me faziam sorrir.
Saudades de poder abracá-los e dizer, de fato, como os amo, os amo e os amo. E de como não sei viver sem vocês. Viajei o pais inteiro e, dia após dia, não parei de pensar em vocês um minuto sequer.
Porque os amo. Amo como filhos, amo como irmãos, amo como os melhores.
Estou magoada sim, mas eu sei que isso passa. E tudo o que eu disse é da boca pra fora. Eu sei que a maneira com que eu os amo não tem reflexo. Afinal, cada maneira de amar é diferente. Mas eu eu amo assim, escancarado, pra quem quiser ver. AMOR, de verdade.
Sinto saudades de nós. Saudades do laço, do tripé, da confiança. Sinto saudades das noite mal dormidas e das horas ao celular. Sinto falta dos perfumes.
Os amo amigos, e isso nunca vai mudar. Estando vocês ao meu lado ou não, vocês serão pra sempre, parte imprescindível de mim. Meu melhor, meus melhores.
Eu sinto MUITA falta de vocês.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
sobre ex periências,

Ex não é um prefixo bom. Ex namorado, ex marido, ex amigo. O significado é pesado, traz coisas pesadas, lembranças que a gente leva como lei que não devem ser lembradas. Pra que gente? Ex é só um pedaço da sua história, que prova que você viveu, que chorou, que já fez coisas pra se arrepender ou pra lembrar pra sempre.
quinta-feira, 3 de março de 2011
estágio,

Tem novos amigos, novos rostos conhecidos, novos sorrisos. Você conhece novas pessoas, que te fazem mudar de opinião, que jogam seus conceitos irredutíveis na parede, que te contradizem, te desafiam e, assim, você cresce, você amadurece, você se apaixona por ideais que não são seus. Assim, quando você decide, o tempo já não esta mais a seu favor.
Três meses voaram e você se vê ali, a dias de ir embora, a dias de voltar pra sua realidade, pro seu destino. E você, que tinha a intenção de matar toda a saudade, agora sofre por antecipação pela saudade que sabe que vai sentir de todo mundo que conheceu.
De todas as ideias, de todos os conceitos, de toda pseudo rotina. E, por instantes, você decide ficar. Jogar tudo pro alto, só pra não perder denovo esses olhares tão aconchegantes como abraços. Esse sorriso, esse humor. Mas, isso passa. E você volta a realidade, a contar os dias que faltam pra você ir.
O fato de dar valor, a dias, a semanas, a momentos. Parece injusto, estranho, mas é .Vou sentir muito a sua falta. Vou sentir falta da sua imaturidade misturada com seu charme, da maneira como passa a mão na testa arrumando o cabelo com o indicador e polegar. Do jeito como seu rosto fica vermelho quando ta com calor, e do seu perfume, que toma todo o ambiente quando chega. Do seu sorriso, que tive tão poucas vezes ao meu lado, mas em que todas essas vezes me enxeu de sentimentos bons.
De falar com você no msn, olhar pra cima do monitor e achar seus olhos lá, tímidos fixados na tela. De rir pra você me notar, andar pra você me notar, fazer você me notar. Te fazer se enxergar em mim. E mesmo sabendo que nada existiu, você foi a melhor coisa que jamais foi minha. E eu te proibo de me esquecer, te proibo de me perder, te proibo. E te proibo de ser tão contido.Na minha memória, o seu 'pra sempre', os nossos caminhos que trilham pra gente se ver, e meu reflexo pra sempre nas lentes dos seus óculos, né?
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
e por falar em saudade,

Não, isso não muda. O tempo pode passar, vocês podem passar anos sem se ver, e a lembrança de tudo o que viveram pode, de certa forma, deixar de ter toda essa nitidez, mas nada, nunca vai apapgar tudo de vez. Ninguém muda por completo, ningém muda toda sua essência. Você sabe que te procuro aonde posso e eu tenho a total consciencia de que você faz o mesmo. Não é porque nossos corações estão distantes que deixaram de bater compassados, no mesmo ritmo. Não é porque a cabeça foi pra um lado oposto que as coisas vão mudar. Afinal, não é a cabeça que faz a gente gostar, não é?
Como é possível manter uma distancia tão grande de alguém que, há pouco, era tão próximo ? Como é possível pronunciar tamanho desprezo por alguém que, há pouco, era tanto amor?
Ninguém odeia sem motivo, sem precisão, sem nexo. Ninguém odeia quem tanto amou, puramente amor? Ninguém que não queria fingir, pra fugir, de mim, de si, de tudo que construimos ... juntos.
E por mais que os castelos de areia sejam destruídos pelas ondas, os grãos que o construiram ainda estão dispersos no mar.
sábado, 22 de maio de 2010
deixa que o tempo vai,

sexta-feira, 14 de maio de 2010
mesmo que passe,
Você se afasta milhas e milhas de tudo o que pode te fazer lembrar dos vestígios da dor. Você sempre pensa que quanto mais distante das lembranças mais perto da felicidade se fica. Mas não importa aonde você vá. Não importa quantas pessoas novas você conheça. A rotina vai te fazer se apegar, vai te fazer lembrar de novas coisas e quando você menos esperar, já criou novos vínculos, tem novas lembranças, novas dores. E basta ouvir aquela música que qualquer outra lembrança volta nitidamente a viver na sua memória.Somos seres fracos, vulneráveis a dor. Choramos, remoendo propositalmente a ferida só pelo prazer de nos sentirmos vitimas. É normal, óbvio, humano. Quem nunca pensou em viver uma história de amor, baseada naquelas comédias românticas hollywoodianas com lindos casais que enfrentam situações adversas e no final, juram amor eterno com o beijo perfeito, sob a luz perfeita e a mais incrível canção. Quem nunca idealizou ?
Hoje guardo a dor, pois sou consciente de que ela existe sempre, até mesmo na felicidade. Deixo a dor sair, doer só quando me vejo só, me vejo longe suficiente pra ainda me lembrar de tudo, novo e velho. Lembrar dos perfumes, das histórias e do sabor amargo das lágrimas incessantes que chorei. E do doce aroma do riso que jamais deixei de sorrir.
Somos assim, protótipos de nós mesmos. Sofremos por nós mesmos, sorrimos por nós mesmos e acabamos vivendo pelo outro. Pois nada no mundo, nem mesmo a metafisica é capaz de entender esse sentimento que corrói, que machuca, que entristece, mais mesmo assim, gostamos de sentir, de alimentar, só pelo prazer de estarmos sempre acompanhado de quem, por algum motivo, não caminha mais ao nosso lado. SAUDADE.
